Iandé Etama.

O espetáculo é composto por mitos indígenas contados com instrumentos indígenas e pios de pássaros. Dentre eles "O menino e a Flauta", coletada entre os Nambiquara por Ciça Fitipaldi, em que o contador de histórias utiliza a ocarina, espécie de flauta feita de cerâmica, e "A Criação da Noite", Mito encontrado em tribos do tronco lingüístico Tupi. Nesta história, Fabiano utiliza pios de pássaros da fábrica de pios Maurílio Coelho de Cachoeiro de Itapemirim – ES, transportando a platéia ao ambiente sonoro da história.
Idade mínima sugerida: 7 anos

Ridendo dicere severum.

A apresentação é uma compilação de contos engraçados, nos quais são ditas coisas sérias através do humor. O repertório conta com a adaptação da história "O macaco e a velha", fruto da fusão brasileira de dois motivos universais. Em "O caboclo, o fazendeiro e o padre" a sabedoria do povo é retratada na esperteza do caboclo.
Idade mínima sugerida: 7 anos.

Histórias pra matutar.

A palavra matuto, além de designar o indivíduo que vive no mato, refere-se àquele que, desconfiando da própria sombra, é dado a cogitar e cismar. Juntando esses sentidos a um terceiro, que indica o indivíduo sabido e matreiro, tem-se o personagem, condutor de Histórias para matutar.
Fabiano Moraes assim define o espetáculo: “são contos de esperteza e contos do interior que trazem no seu cerne a sabedoria do matuto, do homem do povo".
O espetáculo é conduzido com humor e temperado com o timbre da viola caipira usada pelo artista. O rico repertório resgata preciosas histórias tradicionais brasileiras.
"Histórias para Matutar" já esteve no SESC de Copacabana na ocasião do Simpósio Internacional de Contadores de Histórias de 2005; no Auditório do Tribunal de Justiça de Minas Gerais dentro do projeto Conto Sete em Ponto em junho de 2007; na Feira do Livro de Porto Alegre em novembro de 2007, dentre outros tantos espaços e eventos educacionais e culturais do Brasil.
Idade mínima sugerida: 10 anos.

No princípio era assim... um vazio sem fim.

São narrados, na sessão, mitos e lendas da tradição budista, ligados à origem dos universos e de práticas da tradição budista, além das lendas com acontecimentos em que as deidades se fazem presentes.
A sessão é iniciada com o conto "No princípio era assim... um vazio sem fim" no qual é narrada a origem do do universo e dos seres humanos e como a cobiça se instaurou neste nosso mundo.
Na apresentação são contadas outras lendas, como a de "Padmasambhava e a Kata" que nos apresenta a origem de um costume budista tibetano e a de "Opame, Cherenzig e Tara".
Idade mínima sugerida: 16 anos
Esta seção de contos fez parte da programação da Maratona de Contos do VI Simpósio Internacional de Contadores de Histórias, 2006, no Rio e do evento 72 horas pela Paz e Viamão, RS, em 2006.



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